Baseada em fatos reais.
---x---
Por motivos que não são nem um pouco crédito próprio, fiquei sozinho no banheiro com ela.
E o pior, começamos a falar de sexo:
- Ouve essa música aqui, é a melhor música do mundo pra transar.
*Começa a tocar Let's Get It On do meu ipod*
- Nossa, nada a ver, eu acho essa música muito broxante.
- O que você acha que tem à ver então?
- Ah, tipo Suck My Kiss.
- Ham?
- É, sabe "Hit Me! You Can't Hurt Me!" "Kiss me, please pervert me!"
- ...
E pra variar, não aconteceu mais nada.
Lição do dia: Se você nunca fez sexo ouvindo música, não sugira músicas pra fazer sexo.
sábado, 2 de janeiro de 2010
domingo, 20 de dezembro de 2009
. de Vista
"O homem culto é aquele que sabe encontrar um significado bonito para as coisas bonitas." Oscar Wilde
Essa semana fiquei sem meu ipod e chegava sempre em casa com vontade de ouvir muita coisa. E acabei ouvindo coisas antigas e românticas que estavam no meu itunes desde sempre. E é legal como esse intertexto entre músicas novas e antigas funicona. Do tipo Bon Jovi "Like Frakie said I did it my way". E mais foda ainda é quando alguém percebe isso sem intenção do autor. A dessa vez é a Mônica, aproveitando que o link dela tá aí no texto de baixo.
Essa semana fiquei sem meu ipod e chegava sempre em casa com vontade de ouvir muita coisa. E acabei ouvindo coisas antigas e românticas que estavam no meu itunes desde sempre. E é legal como esse intertexto entre músicas novas e antigas funicona. Do tipo Bon Jovi "Like Frakie said I did it my way". E mais foda ainda é quando alguém percebe isso sem intenção do autor. A dessa vez é a Mônica, aproveitando que o link dela tá aí no texto de baixo.
Sozinho do Caetano é linda e (quase) unânimidade até pras pessoas que só ouvem Pop Punk Americano. Agora repara na letra das duas. E compara. Eu imagino, de coração, que ambas falam da mesma situação. Só que a postura do sujeito é diferente. E pode falar que uma é realista (Mônica), que o cara tá certo, mas não conheço ninguém que ouve uma música desse estilo e ficado tocado profundamente. Agora ouve sozinho, no silêncio da noite. Puta que pariu ! E no final são essa músicas que a gente lembra pra sempre.
domingo, 13 de dezembro de 2009
A little little Monica
Acho que vocês já repararam que alguns nomes são mais frequentes que outros em músicas pop. Mas o que eu percebi é que tem alguns que aparecem mais mesmo. São os femininos, evidentemente, proparoxitonas de três sílabas que terminam com "ca". Tá, não sei se todos, mas Mônica é fato. Jessica é o título de duas das minhas músicas favoritas, uma do The Allman Brothers Band (sim, a do Guitar Hero!) e outra do Adam Green. E em Mambo nº5, dos sete nomes do refrão de "a little litlle", três são desse tipo. Tudo bem Mary ganha. Mas Monica é o segundo.
O que é legal é a internacionalidade desse nome. Em todas as línguas que eu conheço ele soa praticamente igual. Tanto que nos quadrinhos ele nem muda de país pra país. Lou Bega (do mambo nº 5) é alemão e canta em inglês. No Brasil além da cláássica Eduardo e Mônica, a música independente mais legal lançada esse ano também tem o mesmo nome. "Fora, Mônica".
E uma música que nunca teve esse nome mas que eu sempre cantei é Can't Buy Me Love dos Beatles. Sério, minha vida inteira.
Can't Buy Me Looove
Can't Buy Me Looove
Mony-ca can't buy me love haha.
No fundo esse texto inteiro foi só pra contar isso. E mostrar a música.
Ainda vamos abrir pra eles no Outs haha;
O que é legal é a internacionalidade desse nome. Em todas as línguas que eu conheço ele soa praticamente igual. Tanto que nos quadrinhos ele nem muda de país pra país. Lou Bega (do mambo nº 5) é alemão e canta em inglês. No Brasil além da cláássica Eduardo e Mônica, a música independente mais legal lançada esse ano também tem o mesmo nome. "Fora, Mônica".
E uma música que nunca teve esse nome mas que eu sempre cantei é Can't Buy Me Love dos Beatles. Sério, minha vida inteira.
Can't Buy Me Looove
Can't Buy Me Looove
Mony-ca can't buy me love haha.
No fundo esse texto inteiro foi só pra contar isso. E mostrar a música.
Ainda vamos abrir pra eles no Outs haha;
sábado, 28 de novembro de 2009
Sinceramente
"E queria sempre achar explicação pro que eu sentia" - Dado Villa-Lobos/Renato Russo/Renato Rocha
É foda. Às vezes acho que racionalizar melhora. Às vezes acho que piora. Não sei se é inevitável, ou unânimidade. Mas eu sinto um puta vazio no coração. Com uma certa frequência. A frequência não é tão alta, nem a duração. Mas a intensidade é. E eu tento avaliar, sabe? O que aconteceu na semana, o que eu quero alcançar, o que eu já desisti. Pra ver se descubro a razão, ou algo perto dela.
Mas tem vezes que não faço a menor idéia. E sempre cai no velho clichê, de associar à carência romântica. Se pá é mesmo, sabe. Porque são as (pseudo/platônicas) namoradas/namorados que nos proporcionam os sentimentos mais intensos. De prazer. De paixão. De tristeza. Provavelmente de vazio também. E bom, se for, será que é a falta? Ou saudade? Nunca dá pra saber.
Não dá pra manter o coração em paz pra sempre. Mas o problema é quando acontece naquela semana que tudo dá certo. Acho que o vazio quando você atinge uma meta é válido, porque você fica sem objetivo. Mas e quando tá tudo bem e de repente uma coisinha, o menor detalhe no dia, mexe com você inteiro. Porra. 15 pontos a mais do que eu esperava na Fuvest e o melhor show da minha vida. Tudo junto. Nem passei fome nem sono essa semana.
Não faz o menor sentido.
O único padrão que eu consigo reconhecer é que geralmente dá em sábados a noite. Como esse. Só que não são necessariamente nos que eu fico sozinho em casa, o que devia ser. Quando isso baixa, pode ser no lugar mais lotado e animado. Coincidência ou não, eu sempre desparo de fumar de sábados a noite.
Só que eu sei que isso só me afasta mais de reconhecer o problema. Eu juro que eu queria abraçar a dor beeem fundo e mandar ela ir embora. Mas as coisas não funcionam como nos filmes. Nem em fodas como Elizabethtown. Sinceramente eu sei que devia simplesmente ligar pra algum dos meus amigos e contar. Sempre ajuda, fato. Mas não sei se é orgulho, ou receio. Só sei que eu nunca mais fiz. Tomara que isso não seja amadurecer, porque é no mínimo triste. O lance, é que esse negócio de escrever qualquer coisa que eu sinto e saber que pessoas que eu amo vão ler também ajuda. Talvez um dia eu até te ligue pra abrir meu coração. Porque nada é em vão.
É foda. Às vezes acho que racionalizar melhora. Às vezes acho que piora. Não sei se é inevitável, ou unânimidade. Mas eu sinto um puta vazio no coração. Com uma certa frequência. A frequência não é tão alta, nem a duração. Mas a intensidade é. E eu tento avaliar, sabe? O que aconteceu na semana, o que eu quero alcançar, o que eu já desisti. Pra ver se descubro a razão, ou algo perto dela.
Mas tem vezes que não faço a menor idéia. E sempre cai no velho clichê, de associar à carência romântica. Se pá é mesmo, sabe. Porque são as (pseudo/platônicas) namoradas/namorados que nos proporcionam os sentimentos mais intensos. De prazer. De paixão. De tristeza. Provavelmente de vazio também. E bom, se for, será que é a falta? Ou saudade? Nunca dá pra saber.
Não dá pra manter o coração em paz pra sempre. Mas o problema é quando acontece naquela semana que tudo dá certo. Acho que o vazio quando você atinge uma meta é válido, porque você fica sem objetivo. Mas e quando tá tudo bem e de repente uma coisinha, o menor detalhe no dia, mexe com você inteiro. Porra. 15 pontos a mais do que eu esperava na Fuvest e o melhor show da minha vida. Tudo junto. Nem passei fome nem sono essa semana.
Não faz o menor sentido.
O único padrão que eu consigo reconhecer é que geralmente dá em sábados a noite. Como esse. Só que não são necessariamente nos que eu fico sozinho em casa, o que devia ser. Quando isso baixa, pode ser no lugar mais lotado e animado. Coincidência ou não, eu sempre desparo de fumar de sábados a noite.
Só que eu sei que isso só me afasta mais de reconhecer o problema. Eu juro que eu queria abraçar a dor beeem fundo e mandar ela ir embora. Mas as coisas não funcionam como nos filmes. Nem em fodas como Elizabethtown. Sinceramente eu sei que devia simplesmente ligar pra algum dos meus amigos e contar. Sempre ajuda, fato. Mas não sei se é orgulho, ou receio. Só sei que eu nunca mais fiz. Tomara que isso não seja amadurecer, porque é no mínimo triste. O lance, é que esse negócio de escrever qualquer coisa que eu sinto e saber que pessoas que eu amo vão ler também ajuda. Talvez um dia eu até te ligue pra abrir meu coração. Porque nada é em vão.
domingo, 1 de novembro de 2009
Uma Longa Queda
Aproveitei a desculpa do dia de finados pra publicar dois textos com o mesmo tema. Esse é só um desabafinho e outro é o minha simulação de funeral. Parece meio macabro, mas eu não tenho nada disso não. Assim como o mestre Bukwoski disse "Não é morrer que é ruim, é estar perdido que é ruim". E eu concordo. Mas estar perdido e morrer por causa disso é pior do que só estar perdido.
Porra, todo mundo sabe do que vou falar. Sim o meu amigo que se jogou da ponte da 23. E não, não foi "por causa da namorada". Ninguém toma uma decisão baseado num motivo só, inclusive você. E a menina nem era a namorada. Mas nada disso importa.
Fato é, faz uns sete meses e eu acho que absorvi (quase) tudo. O foda é passar na porra daquela ponte sozinho. Sempre deu uma vontadinha de se jogar. Mas o fdp do Conha fez primeiro. Não importa o jeito legal que eu pule de qualquer lugar vai parecer cópia haha. E velho, eu tenho certeza que se eu perguntassse pra ele sobre se matar tipo uma semana antes ele responderia algo do tipo:
"Três bons motivos pra não se matar do conha:
1- Preguiça.
2- Se eu morrer, não vou poder fazer piada no funeral dos meus parentes. (Influência clara do Bellina nessa resposta, claro)
3 - Pra que o suicídio se eu posso aproveitar que já vou morrer e pegar câncer?"
Espero, que em algum lugar, um dia, eu possa dizer isso a ele, rindo. Mas se não, fica o pensamento. Born To Be Wild, brigado por tudo mimimi we love you.
Sugestão Musical: Free Bird (versão guitar hero!)
"if i leave here tomorrowww, would you still remember me?"
Porra, todo mundo sabe do que vou falar. Sim o meu amigo que se jogou da ponte da 23. E não, não foi "por causa da namorada". Ninguém toma uma decisão baseado num motivo só, inclusive você. E a menina nem era a namorada. Mas nada disso importa.
Fato é, faz uns sete meses e eu acho que absorvi (quase) tudo. O foda é passar na porra daquela ponte sozinho. Sempre deu uma vontadinha de se jogar. Mas o fdp do Conha fez primeiro. Não importa o jeito legal que eu pule de qualquer lugar vai parecer cópia haha. E velho, eu tenho certeza que se eu perguntassse pra ele sobre se matar tipo uma semana antes ele responderia algo do tipo:
"Três bons motivos pra não se matar do conha:
1- Preguiça.
2- Se eu morrer, não vou poder fazer piada no funeral dos meus parentes. (Influência clara do Bellina nessa resposta, claro)
3 - Pra que o suicídio se eu posso aproveitar que já vou morrer e pegar câncer?"
Espero, que em algum lugar, um dia, eu possa dizer isso a ele, rindo. Mas se não, fica o pensamento. Born To Be Wild, brigado por tudo mimimi we love you.
Sugestão Musical: Free Bird (versão guitar hero!)
"if i leave here tomorrowww, would you still remember me?"
Quando Funeral
Bom, eu não quis colocar nenhuma data pra esse dia haha. Primeiro de tudo, ninguém de preto. Vai ser na praia, então se algum idiota for, vai sofrer. Podia ser na hora do pôr-do-sol. Com um CD nem fúnebre, nem animado de fundo. O Nöa iria gravar um bom. Quando o disco acabasse será a hora dos discursos e talz.
Assim como tudo mais que eu organizei, ia ter um monte de gente misturada. Minha família, com meus futuros filhos, todos os meus amigos de toda a minha vida, vai ser uma puta depedida. Meu labrador chamado Dylan também estará lá, pois não quero acompanhar a morte dele vivo. (Mas eu não chorei no Marley e eu haha)
O cenário ia ser simples, com uma mesinha no centro com um pote. É, um pote! Quero ser cremado. Primeiro porque meu primeiro enterro, que foi do meu avô paterno quando eu tinha 5 anos e bom, não foi legal ver ele no caixão. Não quero isso pros meus netos. Sem falar que poupa todo o trabalho de carregar e talz. E por último, não vou virar comida de inseto, err nojinho.
E as cinzas jogadas em lugares fodas que meus filhos vão escolher. Ou a mulher que eles conhecerem na cidade do meu enterro. (han han?) Mas antes de ser queimado vou doar todos meus órgãos. Menos o fígado e o pulmão, por motivos óbvios. E no pote vai estar escrito "Long Live Rock N' Roll". :)
Sugestão Musical: Guns N' Roses - Live and Let Die
Essa é TÃO melhor que a versão do Paul. Só o Slash mesmo haha.
Assim como tudo mais que eu organizei, ia ter um monte de gente misturada. Minha família, com meus futuros filhos, todos os meus amigos de toda a minha vida, vai ser uma puta depedida. Meu labrador chamado Dylan também estará lá, pois não quero acompanhar a morte dele vivo. (Mas eu não chorei no Marley e eu haha)
O cenário ia ser simples, com uma mesinha no centro com um pote. É, um pote! Quero ser cremado. Primeiro porque meu primeiro enterro, que foi do meu avô paterno quando eu tinha 5 anos e bom, não foi legal ver ele no caixão. Não quero isso pros meus netos. Sem falar que poupa todo o trabalho de carregar e talz. E por último, não vou virar comida de inseto, err nojinho.
E as cinzas jogadas em lugares fodas que meus filhos vão escolher. Ou a mulher que eles conhecerem na cidade do meu enterro. (han han?) Mas antes de ser queimado vou doar todos meus órgãos. Menos o fígado e o pulmão, por motivos óbvios. E no pote vai estar escrito "Long Live Rock N' Roll". :)
Sugestão Musical: Guns N' Roses - Live and Let Die
Essa é TÃO melhor que a versão do Paul. Só o Slash mesmo haha.
terça-feira, 27 de outubro de 2009
À flor da pele
"O que é um beijo se eu posso ter o teu olhar?" - Céu
Essa é a frase loser mais poética que eu já vi. Pena que quando uma mulher fala é charmoso. Se um homem fala ele é lerdo. E os homens que são os machistas.
E é foda. Expressa muito bem o meu dia-dia. A Vivi (sempre falo dela, mas ela me conhece muito bem !) fala que se uma menina gosta de mim eu fujo. E eu percebi nos últimos meses como isso funciona na prática. Acho até quando a própria retribui o olhar. Ninguém é tão bonito de perto. Ninguém é tão legal. Talvez eu idealize tudo demais. Talvez todas que retribuem não sejam boas pra mim mesmo. Fato é que com um olhar eu me contento.
Agora se eu fujo de quem gosta de mim, eu provavelmente gosto de quem não gosta. Eu to meio dividido no momento. Meio sexo, meio amor. Ao mesmo tempo que é o tempo todo "Menina bonita, ai" uma atrás da outra combo Monster Killl AAAAH.
Tem aquela que te trava. E porra, como todo mundo diz. A pior possível pra se gostar. E o mundo inteiro pode falar mal dela, que eu vou continuar duvidando. Mesmo não demonstrando.
Ando tão à flor da pele. De sexo. De amor. De falta de sexo. De falta de amor. Que meu desejo se confunde com o que eu realmente preciso. Eu só não sei o que é. Enquanto isso eu sigo fazendo as tarefas mínimas. (Menos de biologia).
Essa é a frase loser mais poética que eu já vi. Pena que quando uma mulher fala é charmoso. Se um homem fala ele é lerdo. E os homens que são os machistas.
E é foda. Expressa muito bem o meu dia-dia. A Vivi (sempre falo dela, mas ela me conhece muito bem !) fala que se uma menina gosta de mim eu fujo. E eu percebi nos últimos meses como isso funciona na prática. Acho até quando a própria retribui o olhar. Ninguém é tão bonito de perto. Ninguém é tão legal. Talvez eu idealize tudo demais. Talvez todas que retribuem não sejam boas pra mim mesmo. Fato é que com um olhar eu me contento.
Agora se eu fujo de quem gosta de mim, eu provavelmente gosto de quem não gosta. Eu to meio dividido no momento. Meio sexo, meio amor. Ao mesmo tempo que é o tempo todo "Menina bonita, ai" uma atrás da outra combo Monster Killl AAAAH.
Tem aquela que te trava. E porra, como todo mundo diz. A pior possível pra se gostar. E o mundo inteiro pode falar mal dela, que eu vou continuar duvidando. Mesmo não demonstrando.
Ando tão à flor da pele. De sexo. De amor. De falta de sexo. De falta de amor. Que meu desejo se confunde com o que eu realmente preciso. Eu só não sei o que é. Enquanto isso eu sigo fazendo as tarefas mínimas. (Menos de biologia).
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